Infectologia
Ferramentas clínicas baseadas nos protocolos do MS e PACK 2025
Ferramentas de Infectologia por Domínio
IST, HIV, hepatites virais, sepse, pneumonia, endocardite, tuberculose e infecções necrotizantes. Baseadas nas diretrizes PCDT/MS, IDSA, SBMT e OMS.
IST, HIV e Hepatites Virais
Ferramentas interativas e educativas para diagnóstico, estadiamento e conduta. Baseadas no PCDT/MS 2022 e PACK Brasil Adulto 2025.
PCDT HIV/MS 2022 · PACK 2025
PCDT IST/MS 2022 · PACK 2025
PCDT Hepatite B/MS 2022 · PACK 2025
PCDT Hepatite C/MS 2022 · PACK 2025
Escores e Calculadoras Clínicas
Sepse, pneumonia, endocardite, tuberculose e infecções necrotizantes.
Sepse e Disfunção Orgânica
Triagem e estratificação de gravidade da sepse. Ferramentas de uso crítico em emergência e UTI.
Pneumonia e Infecções Respiratórias
Estratificação de gravidade e decisão de internação em pneumonia adquirida na comunidade.
Infecções Fúngicas
Estratificação de risco para candidemia e indicação de antifúngico empírico.
Endocardite Infecciosa
Diagnóstico de endocardite infecciosa pelos critérios de Duke modificados.
Tuberculose e Profilaxia HIV
Avaliação de risco para ILTB, interpretação do PPD e exposição ao HIV.
Infecções Necrotizantes
Triagem laboratorial de fasciíte necrosante. Emergência cirúrgica.
Ferramentas baseadas no PCDT/MS 2022, PACK Brasil Adulto 2025, diretrizes IDSA, SBPT, PNCT/MS e Surviving Sepsis Campaign 2021. Os resultados são ferramentas de apoio à decisão clínica e não substituem o julgamento médico individualizado.
Proteção de Dados (LGPD)
Esta ferramenta não solicita nem armazena dados identificadores do paciente (nome, CPF, data de nascimento completa ou qualquer dado pessoal sensível). Os cálculos são realizados localmente no navegador e não são transmitidos a servidores externos. Em conformidade com a Lei nº 13.709/2018 (LGPD).
Aviso Clínico
As ferramentas do CliniCare têm finalidade educacional e de apoio à decisão clínica. Os resultados e condutas apresentados são sugestões baseadas em diretrizes e literatura médica. Cada paciente deve ser avaliado de forma individualizada e global, considerando contexto clínico, comorbidades e julgamento médico. O uso das ferramentas não substitui avaliação clínica completa nem a responsabilidade profissional do médico assistente.